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Em nome do amor

É em nome do amor, e talvez por amor. É com nome próprio e de alma própria. É o lugar onde as palavras são mais do que elas. São simplesmente aquilo que quero que sejam, amor.

Em nome do amor

É em nome do amor, e talvez por amor. É com nome próprio e de alma própria. É o lugar onde as palavras são mais do que elas. São simplesmente aquilo que quero que sejam, amor.

É sábado!

É sábado. É dia de sair. Ouvir uma música. Brindar. Dançar noite dentro. Os mais disciplinados combinaram a saída do mês, durante a semana. As raparigas vestem-se a preceito. Cabelo arranjado. Unhas vermelhas. Salto alto. Os rapazes, bastante mais descontraídos, optam por uma roupa cheia de pinta. Uma calça elegante, da massimo dutti. Uma camisa a rigor. Os mais distraídos enviam, esta tarde, as convocatórias de última hora, para o brinde da noite. Reúnem-se as respostas, e os mesmo de sempre dizem que não. Os amigos casam-se, comprometem-se e o que fica cada vez menos comprometida, é a amizade. Essa vai ficando por ali em banho maria; em dias especiais deixamos ferver, assim nunca se contamina. Os convites somam-se fim de semana atrás de fim de semana, e as recusas são como a chuva, vieram para ficar. "Rita, não ligues a essas coisas. O melhor que tens a fazer é deixar de convidar." Sempre fiz ouvido surdo, quando me dizias isto. Olha no que deu, em nada. Os amigos continuam felizes, na vida deles. Eu é que cobrei alto demais, o preço de um laço, não negociável. Lamento dizer-te, tinhas razão. Aprendi devagar, que o melhor é habituar-me que a vida muda, que os amigos esperam sempre, não para sempre. É sábado. E os amigos vão lá ter.

 

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