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Em nome do amor

É em nome do amor, e talvez por amor. É com nome próprio e de alma própria. É o lugar onde as palavras são mais do que elas. São simplesmente aquilo que quero que sejam, amor.

Em nome do amor

É em nome do amor, e talvez por amor. É com nome próprio e de alma própria. É o lugar onde as palavras são mais do que elas. São simplesmente aquilo que quero que sejam, amor.

Não quero um nada que não seja tudo

Todos temos um dia ao contrário. Acorda mal disposto e teima conosco o tempo inteiro. Quando me perguntavas o que tinha, a afirmativa era a mesma de sempre: nada. Nunca percebias que era o nada mais abundante que alguma vez te tinha anunciado. Ficava triste. Quieta. Calada. Imota. Enquanto muitos nadas se foram falando, muitos tudos se foram calando, dentro de mim. O nada era a palavra mais cheia de tudo, cuspida pelo meu coração, vazio de ti. E transbordar de nós. Sei agora, que quando me dizes que não tens nada, sentes uma vontade silenciada, a gritar, a presa no teu coração. É como se essa vontade que tens de permanecer comigo, ficasse simplesmente agarrada à intenção que nunca chega a concretizar-se. Não insisto. E deixo-te. Aguardo simplesmente um nada cheio de tudo. E tu já não és mais nada.

 

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