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Em nome do amor

É em nome do amor, e talvez por amor. É com nome próprio e de alma própria. É o lugar onde as palavras são mais do que elas. São simplesmente aquilo que quero que sejam, amor.

Em nome do amor

É em nome do amor, e talvez por amor. É com nome próprio e de alma própria. É o lugar onde as palavras são mais do que elas. São simplesmente aquilo que quero que sejam, amor.

Não se trata de um príncipe encantado. Trata-se de um herói.

Perdi a conta aos heróis que tive. Aqueles que os livros alimentaram. Que filmes vangloriaram. Somando aos que criei na minha imaginação, deixando-os por lá anos a fio. Apaixonei-me por eles e amei-os aficionadamente como se fossem reais, assumindo laços com um sujeito que só conhecia por uma folha de papel. Já passei a idade do príncipe encantado. E continuo afincadamente acreditar que és o meu herói. Aquele que tal e qual como um, a sério, nunca me desilude. És forte. És corajoso. És audaz. És inteligente. És uma chatice de coisas utópicas que quero alcançar. És meta. Partida. Chegada. Eras noite quente do meu lençol. Porque agora o herói já não dorme comigo. Ainda que de sonho paralelo, muitas vezes, o herói anda por aí a ironizar a vida. Tu és o meu herói. E os heróis nunca morrem, nem no fim.

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