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Em nome do amor

É em nome do amor, e talvez por amor. É com nome próprio e de alma própria. É o lugar onde as palavras são mais do que elas. São simplesmente aquilo que quero que sejam, amor.

Em nome do amor

É em nome do amor, e talvez por amor. É com nome próprio e de alma própria. É o lugar onde as palavras são mais do que elas. São simplesmente aquilo que quero que sejam, amor.

A menina de olho azul cresceu e continua criança

Crianças. Elas são rebeldes. Livres. Espontâneas. Criativas. Festivas. Apaixonantes. Ternas. Aventureiras. Sorrateiras. Incríveis. Mágicas. Brincalhonas. Vivas. Sonhadoras. Tenho saudades daquele compromisso com as bonecas e da preocupação de arrumar os brinquedos que espalhava pela casa. Tenho saudades de ensinar o meu boneco palhinhas a ler, e de me sentar no banco de madeira da mesa pequenina no centro da sala. Depois de um dia escola, as brincadeiras multiplicavam-se com os peluches e por muitas horas era só eu e aquele meu mundo de criança. A menina do olho azul cresceu a brincar, a brincar com a vida, para que ela não brinca-se com ela. Hoje já não sou mais criança, dizem os documentos sérios e burocráticos. E estão tão enganos. Eu sei que ainda o sou, quando olho nos teus olhos e me rio apaixonada como uma criança a olhar um algodão doce. E aí os sonhos de pequenina voltam, como se nunca tivesse crescido de fato.

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